Nº 2495 - Dezembro de 2009
2495 - Dezembro de 2009
Editorial - A União Europeia e o Tratado de Lisboa
General
Gabriel Augusto do Espírito Santo

O Tratado de Lisboa, depois de alguns acidentes de percurso ultrapassados (mas sem garantias de que outros não poderão surgir…), entra em execução e marca uma vontade política de afirmar a Europa no ambiente estratégico global e de concertar acções para ultrapassar uma crise actual e crises futuras. Não se consubstancia uma federação de estados, como alguns pretenderiam, mas atinge-se um acordo de governos.

As Indústrias Militares e As Armas de Fogo Portáteis no Exército Português
Major-general
Renato Fernando Marques Pinto
Mouzinho de Albuquerque recordou-nos que “Portugal é obra de Soldados”. No início os homens de guerra estavam equipados com armas brancas fáceis de fabricar, mas no fim do século XIV, tiveram de se adaptar ao uso de armas de fogo. Mais complicadas, pesadas e perigosas, dependendo da existência de pólvora, foram-se impondo lentamente. Importámo-las da Biscaia e da Flandres, sendo depois copiadas por ferreiros e armeiros.
Lealdade e Obediência do Chefe Militar
Coronel
Nuno António Bravo Mira Vaz
Na generalidade dos países da área euroatlântica, Portugal inclusive, os Órgãos de Comunicação Social têm dado a conhecer as posições críticas de militares, sobre aspectos diversos da Instituição Militar e sobre a actuação dos responsáveis políticos e militares. Estas tomadas de posição têm sido objecto de comentários positivos e negativos, importando por isso averiguar se, tendo como referência o interesse dos cidadãos, elas são ou não legítimas.
José Maria das Neves Costa e As Linhas de Torres Vedras
Coronel
José Custódio Madaleno Geraldo
Falar de José Maria das Neves Costa é falar das origens da cartografia militar de Portugal, que remonta aos fins do século XVIII, princípios do século XIX, é revolver a História no período das Invasões Francesas, é trazer a lume sua ligação às Linhas de Torres Vedras e a importância que estas tiveram na vitória do Exército Anglo-Luso sobre as tropas napoleónicas, por ocasião da 3.ª Invasão, em 1810.
Securing the Borders of Angola - 1961 1974
Prof.
John P. Cann

During the African Campaigns that Portugal fought between 1961 and 1974, it used many of the elements of national power aside from the military to neutralize the nationalist movements by stalemating them within their sanctuaries, diluting their leadership, or isolating them in the barren wastelands that make up much of Africa. Here we shall examine this strategy of neutralisation, its application in Angola specifically, and the degree of success that it enjoyed. A key part of this strategy was gaining cooperation of neighbours, friend or foe, willing or reluctant, to achieve mutually beneficial economic and security results that could cause a subordination of ideological differences and a rein on common insurgent activity, and in effect, push the Angolan defensive perimeter away from its borders.

Crónicas Militares Nacionais
Tenente-coronel
Miguel Silva Machado
  • Presidente da República visitou Base Aérea n.º 6;
  • Conselho de Chefes de Estado-Maior;
  • Ministério da Defesa Nacional diminuiu mais efectivos;
  • Presidente da República deu início às Comemorações das “Linhas de Torres Vedras”;
  • Presidente da Assembleia da República na “Evocação do Início da Construção das Linhas de Torres Vedras”;
  • Fragata “Corte Real” distinguida por organismo das Nações Unidas;
Crónicas Bibliográficas
  • A Ascensão da China, Acomodação Pacífica ou Grande Guerra?
Major-general
Adelino de Matos Coelho
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