Assuntos estratégicos de Segurança e Defesa

2595 - Abril de 2018 - Número Temático

Editorial
General
José Luiz Pinto Ramalho

Esta edição da Revista Militar é dedicada à participação das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana nas Operações de Paz, sob a égide das Alianças e Organizações Internacionais que o país decidiu integrar. É uma participação que tem prestigiado Portugal e as Forças Armadas, constitui uma efetiva colaboração na Segurança Cooperativa Internacional e confere-nos o estatuto reconhecido de um ator da cena internacional, que se assume como país produtor de Segurança. (...)

A Marinha Portuguesa nas operações de paz
Capitão-de-mar-e-guerra
Luís Nuno da Cunha Sardinha Monteiro
Capitão-de-fragata EN-AEL
Sérgio da Silva Pinto
Capitão-de-fragata
José Rodrigues Pedra

O artigo descreve a participação da Marinha Portuguesa nas diversas operações de paz em que foi chamada a intervir, em nome dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, e a relevância desses contributos nas perspetivas polítco-diplomática, securitária, cultural e militar.

Evoluções no Exército Português, impulsionadas pelas operações de paz
Brigadeiro-general
Francisco Xavier Ferreira de Sousa

O artigo sistematiza, até ao momento, o emprego das Forças Nacionais Destacadas neste tipo de operações e as mudanças que esta participação produziram no Exército e quais os seus efeitos, ao nível da Doutrina, Organização, Treino, Material, Liderança, Pessoal, Infraestruturas e Interoperabilidade.

Operações de paz – Uma experiência
Tenente-coronel PilAv
Nuno Monteiro da Silva

O artigo pretende dar a conhecer a experiência pessoal do autor, enquadrado na evolução do pensamento estratégico que levou ao aparecimento das operações de paz, bem como no processo de modernização e capacitação do sistema de Armas F-16 e no Memorando de Entendimento relativo à coordenação e cooperação militar entre a Força Aérea Portuguesa e a Força Aérea Belga.

Propensão da GNR nas operações de gestão de crise – Forças Constituídas
Tenente-coronel
Paulo Silvério

O texto centra-se no domínio da participação da Guarda Nacional Republicana (GNR) nas operações de gestão de crise, com forças constituídas em apoio à política externa do Estado. Recitamos como resultados principais que, no período de 2000 a 2013, a GNR já projetou vinte e nove contingentes, na forma de Força constituída, para os teatros de operações de Timor-Leste, Iraque, Bósnia e Afeganistão.

Hodiernamente, o cumprimento emergente de tarefas de polícia  no início da resolução de crises é irrefutável e reconhecido pelas Organizações Internacionais.

Crónicas Militares
Coronel
Nuno Miguel Pascoal Dias Pereira da Silva
  • O Presidente da República conferiu posse ao novo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas
  • Tomada de posse do novo Chefe do Estado-Maior da Armada
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Última revista publicada:

Nº 2601 - Outubro de 2018

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