Assuntos estratégicos de Segurança e Defesa

2602 - Novembro de 2018

Cartaz - IX Encontros da Revista Militar 2018

Revista Militar

 

IX Encontros da Revista Militar 2018

Abertura pelo Presidente da Direção - IX Encontros da Revista Militar 2018
General
José Luiz Pinto Ramalho

A Direção da Revista Militar congratula-se com a realização de mais este Encontro, o IX, e pela parceria que tem sido possível manter com o Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a quem agradecemos, desde já, a cedência deste magnifico Auditório para a realização do evento. (...)

 

Portugal na Europa, no horizonte 2030 – Em que mundo e com que Europa?
Prof. Doutor
José Félix Ribeiro

O Sistema Europeu foi-se estruturando nos pós II Guerra Mundial em torno de um triângulo de potências da região – Reino Unido, França e Alemanha – e de uma potência global – os EUA – envolvida diretamente na segurança e defesa europeias. (...)

O realce geoestratégico dos Açores e o desempenho de Portugal
Mestre
José Grave

O arquipélago dos Açores foi, desde sempre, o pilar da ponte que une as margens do Atlântico. A sua descoberta, ou ainda antes, na preparação dessa gesta, determinou a importância estratégica desse pilar, e, consequentemente, o seu impacto geoestratégico nas margens do Atlântico. O controlo dos Açores, ou o controlo de quem controlava os Açores, eram determinantes para o tráfego comercial e para a vigilância militar. Para o caminho da volta, na era da navegação à vela, o Arquipélago era crucial. A partir do século XV, a Europa iria depender, para a circulação de suas mercadorias, do apoio, ou de facilidades, por intenção, ou por omissão, de quem detinha os Açores. Portugal, presente nos Açores desde o século XV, e soberano deles, durante alguns anos, terá preponderância sobre o trânsito no Atlântico, desde cedo partilhado com Espanha. Assistiremos, ao longo deste século XXI, a novas releituras da história. A génese de Tordesilhas será umas dessas releituras. Que potência tinham estes dois estados para dominarem daquém e dalém mar? É a pergunta que está implícita quando Francisco I pergunta pelo Testamento de Adão. Para se dominar no mar há que ser potência marítima, como é o exemplo de Roma que pôde chamar, com toda a propriedade, Mare Nostrum ao Mediterrâneo.

História Militar em Portugal. Um projeto de ensino universitário em rede
Prof. Doutor
José Varandas

Este artigo tem como objetivo principal analisar (preliminarmente) o processo de formação de um sistema integrado de estudos pós-graduados em História Militar num conjunto de Universidades Portuguesas (Universidade de Lisboa, Universidade de Coimbra, Universidade dos Açores e Universidade da Madeira) e que reúne, também, as Academias Militares Portuguesas (Academia Naval, Academia Militar, Academia da Força Aérea) e o Instituto Universitário Militar. Data de 2012 o início deste programa interuniversitário em História Militar que enfatiza, sobretudo, a análise objetiva e pensamento crítico, os diferentes processos e modelos de pesquisa rigorosa, uma compreensão mais profunda das fontes usadas e que no final procura apresentar um alto padrão de análise escrita sobre as múltiplas facetas e dimensões da moderna História Militar.

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Nº 2611/2612 - Agosto/Setembro de 2018

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